"Um pequeno texto, uma palavra, um gesto, uma pintura, um desenho ou uma ajuda em uma situação em que não esperávamos pode preencher uma vida, mudar seus horizontes e abrir possibilidades para nós mesmos". Foto: Rosani Nauar
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O que a gente mais quer…
O que a gente mais quer…
não é só o corpo, nem só o toque, nem só o sexo, nem só a criatividade nas carícias.
É a comunhão afetiva através de tudo isso.
Não é a comunhão de ideais ou de metas sociais.
É a comunhão afetiva apesar de tudo isso.
É viver o afeto possível com dignidade e não viver, se não for possível com dignidade.
Mas nunca viver DESafeto.
Toda relação, especialmente a afetiva, é uma via de duas mãos. O que vai TEM que vir. Se não vem não deve ir, senão fica indigno.
Se há um surto hormonal que te gruda à pessoa necessariamente ele é recíproco, viva O SURTO.
Se não houver reciprocidade na disposição para a vivência, cai fora. É melhor perder a vivencia do delicioso surto hormonal do que a dignidade. Se você cair fora, você perde a vivência agora. Se você insistir, você perde a dignidade depois, e fica muito mais caro sempre.
Descubramos o afeto POSSÍVEL e vivamos SÓ o possível. Nada de inventar vínculos sociais para amarrar alguém. Nessa você estará SE amarrando e não vê. Vai sofrer isso depois e, creia, sai mais caro, às vezes fica impagável.
Qual o tamanho do prejuízo de uma dignidade destruída?
Impagavelmente grande.
Afeto, afeto e só o afeto. Sem tratos nem contratos.
Rolou? viva. Não rolou, vai em frente.
Só porque você não vive um afeto há muito tempo não quer dizer que você não tenha afeto para trocar.
Talvez, e eu aposto nisso, você não esteja se gostando o suficiente para que alguém sinta o afeto EM você, disponível para ele.
Pratique o afeto por si próprio.
Olhe o seu olhar no espelho e procure aquele ser muito afetuoso… até achar. Você acha. Está aí… em você.
Achou? Mantenha. Só isso (tudo) vai fazer a sua “estrela” brilhar.
É o tal do carisma.
Você em contato com a sua alegria interior, com o SEU afeto.
Autoria: Arly Cravo
Imagem: Net
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Tamanho do Amor
O amor cabe num aquário, num cubo
mas será
sempre maior que os oceanos
Sem tempo preciso, só precisa um
segundo
Ampulheta eterna, agenda de mil planos
Cabe num aro anel, em
alianças de sonho
Em corações traçados, num sorriso inesperado
Num tolo
bordado em toalhas de banho
Num frasco da memória, perfume
guardado
Encaixa-se numa pequena pétala de flor
Se faz pleno numa
única palavra sugerida
Por não saber seu tamanho, o amor
Vai além do tempo
e da própria vida
Controverso sentido, pequenino e imenso
Amedronta e,
ainda assim, nos faz seguros
Senhor do mundo, afronta e cabe num
verso
Cativo de si e detento, roga lindos agouros
Não há quem possa,
portanto, lhe definir o tamanho
Ninguém lhe sabe o alcance, tampouco a sua
verdade
Em todas as meninas dos olhos - está esse estranho
Brincando de
ser universo - e sabendo-se eternidade.
Autoria: Paulo Moreira
http://gluckall.blogspot.com
mas será
sempre maior que os oceanos
Sem tempo preciso, só precisa um
segundo
Ampulheta eterna, agenda de mil planos
Cabe num aro anel, em
alianças de sonho
Em corações traçados, num sorriso inesperado
Num tolo
bordado em toalhas de banho
Num frasco da memória, perfume
guardado
Encaixa-se numa pequena pétala de flor
Se faz pleno numa
única palavra sugerida
Por não saber seu tamanho, o amor
Vai além do tempo
e da própria vida
Controverso sentido, pequenino e imenso
Amedronta e,
ainda assim, nos faz seguros
Senhor do mundo, afronta e cabe num
verso
Cativo de si e detento, roga lindos agouros
Não há quem possa,
portanto, lhe definir o tamanho
Ninguém lhe sabe o alcance, tampouco a sua
verdade
Em todas as meninas dos olhos - está esse estranho
Brincando de
ser universo - e sabendo-se eternidade.
Autoria: Paulo Moreira
http://gluckall.blogspot.com
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